domingo, 7 de junho de 2009

Vamos nos permitir!?

CRISE DOS VINTE E UM.
Pronto, já resolvi, verifiquei a normalidade dessa "crise" a qual a maioria das pessoas com 21 anos passam. Essa fase de mudanças psicológicas, a mudança que vai da adolescência para a fase adulta. É meio ridiculo dizer isso, mas essas mudanças me afetaram muito. Esses receios de fazer o que sente vontade, privando-se por achar que não se deve, não é conveniente... Ter medo do arrependimento, da insegurança, da vulnerabilidade, do senso comum, do "novo".
Sim, eu morro de medo, confesso! Eu morro de medo de sofrer, de errar, de perder, de amar de verdade! Eu, mais do que nunca, estou MEDROSA! rsrs
Porém me decidi esquecer essa loucura. Foda-se, eu vou viver. Pensar menos, pois esse desgaste mental incomoda.
Meus amigos riem dos meus relatos ridiculos, rsrs. Porém ninguém sabe se são verdadeiros, ou se eu invento um certo eu-lírico para despertar um ar "cômico" naqueles que leem. Talvez tudo seja proposital... rs
OBS: Seria indispensável eu dizer aqui as surpresas incovenientes em minha vida?
Sobre aquele que "ressurge das cinzas", aparece do nada depois de um ano, e ainda exige direitos reprimidos?
Sobre "pessoas" que insistem em mostrar que são diferentes, que eu estou "generalizando" e que nem todos são iguais?
Sobre um desejo ou sentimento não identificado vindo de mim, que estava talvez reprimido e que agora, com frequência "gradativa", veio a surgir... Levando-me a pensar em sua "possibilidade" de acontecer?
Rsrs. Precisaria me preparar psicologicamente? Já estou.
Hoje o tempo voa amor/Escorre pelas mãos/Mesmo sem se sentir/E não há tempo que volte amor/Vamos viver tudo que há prá viver/Vamos nos permitir...
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
06/06/09. Aniversário do meu primo, meu melhor amigo, meu irmão escolhido por mim: YLLER.
Parabéns amor! Sinto que me afastei muito de vocês, mas juro por Deus que meu egoisto foi insensato. Sua amizade é muito importante na minha vida, e meu distanciamento não foi para demosntrar nenhuma indiferença, e sim para eu saber ainda mais o quanto vc é essencial na minha vida. Eu amo sua amizade!


quarta-feira, 3 de junho de 2009

23:37 h. quarta-feira

Abandonado, assim que eu me sinto longe de você,
Despreparado, meu coração dá pulo perto de você,
E quanto mais o tempo passa, mais aumenta essa vontade,
O que posso fazer?
Se quando beijo outra boca lembro sua voz tão rouca me pedindo pra fazer...
Carinho gostoso, amor venenoso.

To preocupado, será que não consigo mais te esquecer?
Desesperado, procuro uma forma de não te querer
Mas quando a gente se encontra, o amor sempre apronta
Não consigo conter!
Por mais que eu diga que não quero
Toda noite te espero com vontade de fazer
Carinho gostoso, amor venenoso.

Faz amor comigo, sem ter hora pra acabar
Mesmo que for só por essa noite
Eu não quero nem saber, quero amar você

Faz amor comigo até o dia clarear
To ligado, sei que vou sofrer
Mas eu não quero nem saber, quero amar você

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Crise de personalidade?

Deve ser apenas uma crise de personalidade, ou estou envelhecendo e me tornando cada vez mais chata. Não sei, mas prefiro a primeira opção.
Sei que mudei, não sou mais aquela de antes. Não consigo mais agir como uma adolescente inconsequente, aquela que via graça em tudo ou fazia as coisas terem graça. Aquela que fazia os outros rirem, vivia dançando, agia completamente pelo impulso e colocava uma exagerada "ênfase" em tudo que falava.
Não consigo mais ser assim, é uma pena, pois agora posso concordar com as pessoas que me julgavam sem me conhecer, referindo-me como chata e fresca. Talvez eu seja isso mesmo. (ou não)
Sinto-me mais caseira, não sei se isso é consequência da minha rotina de trabalho + facul, que me faz ter vontade de ver dvd ou dormir o dia todo. Não vejo mais graça em certas bobeiras que meus amigos fazem, me irrito com o cheiro e fumaça insuportável do cigarro deles. Tô mais séria, não que eu não esteja feliz, simplesmente tô mais séria, mais realista com as coisas.
Desacreditei no amor, tô mais egoista, preocupando com meus sentimentos atuais e "futuros". Não sou mais ingênua em acreditar sempre nas palavras, e aliás, descarto-as quando percebo que não são verdadeiras. Critico a inocência das minhas amigas em acreditar em tudo o que ouvem.
Me aproximei mais da família que tenho dentro de casa, tô mais presente nas pizzas de sábado à noite, e minha espiritualidade está equilibrada.
Juro, sinto-me muito bem comigo mesma. Mais madura, mais independente, mais mulher.
Claro que sei que preciso mudar em alguns aspectos. Talvez acreditar mais nas pessoas, ser mais compreensiva, menos prepotente, presunçosa. E literalmete me liberar de uma obsessão (acho que posso denominar isso tbm como fraqueza) que ainda tem controle sobre mim. Se bem que ando me esforçando e esquecendo esse detalhe incomodo, que talvez seja apenas um capricho da minha cabeça que não admite perder ninguém.